Quando se faz um treinamento, as pessoas insistem em fazer o maior esforço possível pelo maior tempo possível. Existe uma certe interdependência entre o esforço e o tempo de sua duração. Quando se leva os dois ao extremo, se aproxima de um limite entre saúde e lesão muito tênue.
Um treino deve começar com uma preparação, mas, dependente do que se vai fazer,pode ser um alongamento leve e passivo, ou dinâmico e ativo. Nas atividades explosivas, a melhor opção é o segundo tipo.
Exercícios de aquecimento devem ser semelhantes ao gesto motor que se vai fazer.
Após o treino, é interessante um relazamento e nunca exercícios de flexibilidade de alta intensidade.
Também é preciso lembrar que a parte principal do treino deve ser direcionada aos gestos e atitudes da modalidade perfazendo um total superior à metade do treino, recomendo que seja em torno dos 80%.
Lembro também que, quando se deseja fazer aprendizagem de movimentos, táticas ou outros elementos coordenativos e cognitivos, não se deve fazer com estado de fadiga ou a aprendizagem se reduzirá à quase nada. Alguns dizem que aprendeu assim, mas se não sabem investir em novas metodologias, não deveria ensinar.
Flávio França
Este Blog é de nossa autoria e refletem o nosso pensamento. Não está preso a rigores linguísticos pois o que caracteriza-o é a livre escrita, sem revisão. Formação: Educador Físico graduado pela UFRN, Especialista em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina, Especialista em Educação, Desenvolvimento e Políticas Educacionais pela FIP, especialista em Saúde Coletiva pela UFRN. Professor do IFRN
terça-feira, 29 de março de 2011
sexta-feira, 25 de março de 2011
Olha o Professor Maravilha de novo aí, gente!
Que tal comentar mais algumas coisinhas do super Professor Maravilha?!
Lembro que algumas vezes, o super prof. se deparava com uma pergunta 'idiota' de algum aluno que tentava prestar atenção, mas não entendia NADA. Daí ele repetia quase tudo o que tinha dito e perguntava, entendeu? Daí o aluno, recatado ao seu devido lugar de insignificância dialética respondia, entendi! Depois o professor continuava a magnífica explicação sempre reafirmando, cuidado que vai cair na prova.
Agora o Professor Maravilha terá o apoio da fantástica, da inacreditível Bat Coordenadora Pedagógica. Ela retira de seus penduricalhos no seu super cinto de inutilidades uma fantástica tabela de acompanhamento das notas dos alunos para apresentar aos pais. Quase todo dia vem um papaizinho superpreocupado com o futuro promissor de seu filhinho desejoso de saber suas notas. Daí ela mostra a nota baixa dada pelo Professor Maravilha ao pobre e estúpido aluno que pergunta, mas não aprende pois tem um défict de atenção e não consegue aprender.
Eles acabam a conversa com o pai dizendo que vai tirar o filho do esporte pois está atrapalhando os estudos, e se brincar, o video game também. A Bat Coordenadora Pedagógica sai satisfeita porque mostrou ao pai que tem controle sobre as coisas que acontecem na escola e o Professor Maravilha, esse é que tem satisfação. Sabe que administra bem a sala de aula e detecta os indivíduos com dificuldade de aprendizagem. Esqueci de dizer...o papaizinho veio no dia de entrega das notas!
A história que você não leu!
1- Professor que repete o que disse não sabe que o aluno não entendeu o que ele disse.
2- Prova, no máximo, prova o que você é capaz de fazer igual ao que o professor quer.
3- A melhor avaliação é o dia-a-dia, fazendo o que se deve fazer. Vejamos:
Se você não souber o que estudou no ano passado, não estudou, só copiou.
Se você não souber o que estudou depois que sai da escola, perdeu tempo.
Estudar nos faz aprender. Você sabe falar em inglês, sabe ler um gráfico estatístico, conhece as especificidades geográficas brasileiras, sabe identificad uma dicotiledônea, consegue ler um contrato, sabe separar uma mistura, consegue criar uma ferramenta que aumente o torque? Se não souber, perdeu tempo.
4-Nota só indica o seu estado num momento de insolidez do conhecimento, dá até 'branco', ou de memorização de curta duração de um saber. Falta a consolidação e a reflexão ou reestruturação do saber para outras situaçãoes.
5- Os alunos precisam ser avaliados, não para se qualificar numa escala de pontuação, mas para se identificar as lacunas de aprendizagem para que se possa retomá-las, reorganizá-las e para que sejam tomadas decisões que propiciem a aprendizagem.
6- Papai que quer ver nota, na verdade quer dizer as notas na disputa com os colegas.
7- Tem pai que se preocupa de verdade com a nota, só não compreende que a nota é um instrumento falido de aferição da aprendizagem.
8- O reforço de que o aluno enfrentará concursos e precisa saber lidar com notas não se justifica. O problema não é lidar com nota ou participar de provas, isso é fácil quando se sabe o que se precisa, mas é dificílimo quando não se conhece o assunto.
9- A hora da entrega das notas, infelizmente, é o fim de um processo que não foi completado. Agora é tarde e não tem mais tempo pois os assuntos do outro bimestre já serão diferentes e o que não se aprendeu, terá que ser decorado de urgência nuns diazinhos de recuperação com uma provinha mais fácil pra poder avaliar só o necessário. Se só precisa saber um pouquinho, por que não se ensina só esse pouquinho?
10- Tirar do esporte como punição é tirar o aluno do único lugar onde ele aprende algo, não é a toa que ele vai com satisfação, tem expírito investigativo, se esforça sem precisar de recompensas, é cooperativo, lida com as diferenças, tem autonomia, se emancipa, conhece novas possibilidades, pessoas e lugares, lida com decisões rápidas ou mesmo a longo prazo, define estratégias, assume responsabilidades, conhece o corpo, as leis das ciências naturais e sociais, comunica-se e faz-se ser ouvido, recebe comandos e mesmo comanda, aprende a esperar e até mesmo, representa a escola em eventos diversos, fazendo até o pai se orgulhar dizendo...aquele é meu filho!
Flávio França
Lembro que algumas vezes, o super prof. se deparava com uma pergunta 'idiota' de algum aluno que tentava prestar atenção, mas não entendia NADA. Daí ele repetia quase tudo o que tinha dito e perguntava, entendeu? Daí o aluno, recatado ao seu devido lugar de insignificância dialética respondia, entendi! Depois o professor continuava a magnífica explicação sempre reafirmando, cuidado que vai cair na prova.
Agora o Professor Maravilha terá o apoio da fantástica, da inacreditível Bat Coordenadora Pedagógica. Ela retira de seus penduricalhos no seu super cinto de inutilidades uma fantástica tabela de acompanhamento das notas dos alunos para apresentar aos pais. Quase todo dia vem um papaizinho superpreocupado com o futuro promissor de seu filhinho desejoso de saber suas notas. Daí ela mostra a nota baixa dada pelo Professor Maravilha ao pobre e estúpido aluno que pergunta, mas não aprende pois tem um défict de atenção e não consegue aprender.
Eles acabam a conversa com o pai dizendo que vai tirar o filho do esporte pois está atrapalhando os estudos, e se brincar, o video game também. A Bat Coordenadora Pedagógica sai satisfeita porque mostrou ao pai que tem controle sobre as coisas que acontecem na escola e o Professor Maravilha, esse é que tem satisfação. Sabe que administra bem a sala de aula e detecta os indivíduos com dificuldade de aprendizagem. Esqueci de dizer...o papaizinho veio no dia de entrega das notas!
A história que você não leu!
1- Professor que repete o que disse não sabe que o aluno não entendeu o que ele disse.
2- Prova, no máximo, prova o que você é capaz de fazer igual ao que o professor quer.
3- A melhor avaliação é o dia-a-dia, fazendo o que se deve fazer. Vejamos:
Se você não souber o que estudou no ano passado, não estudou, só copiou.
Se você não souber o que estudou depois que sai da escola, perdeu tempo.
Estudar nos faz aprender. Você sabe falar em inglês, sabe ler um gráfico estatístico, conhece as especificidades geográficas brasileiras, sabe identificad uma dicotiledônea, consegue ler um contrato, sabe separar uma mistura, consegue criar uma ferramenta que aumente o torque? Se não souber, perdeu tempo.
4-Nota só indica o seu estado num momento de insolidez do conhecimento, dá até 'branco', ou de memorização de curta duração de um saber. Falta a consolidação e a reflexão ou reestruturação do saber para outras situaçãoes.
5- Os alunos precisam ser avaliados, não para se qualificar numa escala de pontuação, mas para se identificar as lacunas de aprendizagem para que se possa retomá-las, reorganizá-las e para que sejam tomadas decisões que propiciem a aprendizagem.
6- Papai que quer ver nota, na verdade quer dizer as notas na disputa com os colegas.
7- Tem pai que se preocupa de verdade com a nota, só não compreende que a nota é um instrumento falido de aferição da aprendizagem.
8- O reforço de que o aluno enfrentará concursos e precisa saber lidar com notas não se justifica. O problema não é lidar com nota ou participar de provas, isso é fácil quando se sabe o que se precisa, mas é dificílimo quando não se conhece o assunto.
9- A hora da entrega das notas, infelizmente, é o fim de um processo que não foi completado. Agora é tarde e não tem mais tempo pois os assuntos do outro bimestre já serão diferentes e o que não se aprendeu, terá que ser decorado de urgência nuns diazinhos de recuperação com uma provinha mais fácil pra poder avaliar só o necessário. Se só precisa saber um pouquinho, por que não se ensina só esse pouquinho?
10- Tirar do esporte como punição é tirar o aluno do único lugar onde ele aprende algo, não é a toa que ele vai com satisfação, tem expírito investigativo, se esforça sem precisar de recompensas, é cooperativo, lida com as diferenças, tem autonomia, se emancipa, conhece novas possibilidades, pessoas e lugares, lida com decisões rápidas ou mesmo a longo prazo, define estratégias, assume responsabilidades, conhece o corpo, as leis das ciências naturais e sociais, comunica-se e faz-se ser ouvido, recebe comandos e mesmo comanda, aprende a esperar e até mesmo, representa a escola em eventos diversos, fazendo até o pai se orgulhar dizendo...aquele é meu filho!
Flávio França
quinta-feira, 24 de março de 2011
A importância da hipertrofia.
Muitos se mostram ferrenhos defensores da magriletude e do excesso de circunferência adiposa pois, a partir do momento que se manifestam contrários ao desejo de se aumentar a massa muscular de muitos jovens eles se colocam ao lado do preconceito.
O aumento da massa magra só apresenta benefícios, desde estéticos, melhora da auto-estima e da receptividade socio-afetiva até a melhoria das capacidades físicas, redução do esforço cardíaco, melhora da densidade óssea e desenvolvimento de uma reserva de massa para o período da terceira idade ou mesmo em situações de internaçãopor acidentes ou doenças.
O aumento da massa muscular não tem demonstrado nenhum risco para a saúde, mas muitos profissionais desatualizados e com paradigmas formados por faculdades limitadas a acompanhar livros didáticos se colocam entre o bem estar real e uma idéia de que a saúde só provem de atividades de cunho aeróbio.
O treinamento nas salas de musculação passam, com este preconceito, a serem feitos com luvas de pelica, sob a pena de uma possível lesão que nunca ocorre.
Na verdade, o nosso corpo só se modifica frente a novas necessidades impostas no dia-a-dia e a força, é a necessidade básica para a adaptação em hipertrofia. Também é necessário que se imponha ao músculo um tempo de estresse para que se otimize diversas reações adaptativas, ou seja, temos de ter uma carga mínima composta por 'peso' e 'número de repetições e séries' a serem definidos por um profissional formado em Educação Física, registrado no Conselho Regional de Educação Física e conhecedor da musculação (deve inclusive treinar). Só assim você terá o respaldo de qualificação, legalidade e experiência respectivamente.
Quanto aos críticos desta modalidade, talvez critiquem por não conhecer.
Flávio França
O aumento da massa magra só apresenta benefícios, desde estéticos, melhora da auto-estima e da receptividade socio-afetiva até a melhoria das capacidades físicas, redução do esforço cardíaco, melhora da densidade óssea e desenvolvimento de uma reserva de massa para o período da terceira idade ou mesmo em situações de internaçãopor acidentes ou doenças.
O aumento da massa muscular não tem demonstrado nenhum risco para a saúde, mas muitos profissionais desatualizados e com paradigmas formados por faculdades limitadas a acompanhar livros didáticos se colocam entre o bem estar real e uma idéia de que a saúde só provem de atividades de cunho aeróbio.
O treinamento nas salas de musculação passam, com este preconceito, a serem feitos com luvas de pelica, sob a pena de uma possível lesão que nunca ocorre.
Na verdade, o nosso corpo só se modifica frente a novas necessidades impostas no dia-a-dia e a força, é a necessidade básica para a adaptação em hipertrofia. Também é necessário que se imponha ao músculo um tempo de estresse para que se otimize diversas reações adaptativas, ou seja, temos de ter uma carga mínima composta por 'peso' e 'número de repetições e séries' a serem definidos por um profissional formado em Educação Física, registrado no Conselho Regional de Educação Física e conhecedor da musculação (deve inclusive treinar). Só assim você terá o respaldo de qualificação, legalidade e experiência respectivamente.
Quanto aos críticos desta modalidade, talvez critiquem por não conhecer.
Flávio França
domingo, 20 de março de 2011
Paradigma emergente e declínio educacional
É muito complexo, expor aqui, os problemas de um paradigma tido como verdade absoluta, mas podemos elencar alguns poucos aspectos que acredito, momentaneamente, como fundamentais:
Discute-se que devemos formar cidadãos críticos e reflexivos, valorizar os conhecimentos, os saberes que se construíram na história do indivíduo, compartilhar, não aceitar uma sociedade pautada no consumismo, distribuir a renda, incluir, vislumbrar uma leitura de mundo com gênese no nascimento e prolongada na vida do ser, saber conhecer, fazer, ser e conviver, respeitar as individualidades, a pluralidade cultural, assumir uma visão da complexidade dos fenômenos, não aceitar condutismos, conteudismos ou qualquer imposição doutrinária, trabalho para o bem coletivo, estimulador do fazer-coletivo, um pensamento cristão, desenvolvedor de competências, preparatório para um mundo do trabalho, que estimule a aprendizagem por instrumentos práticos, estrategicamente pensado com o uso de novas tecnologias, emancipatório e fomentador de uma autonomia do indivíduo, recusa de uma metodologia bancária, desenvolvedor de uma curiosidade epstemológica, transdisciplinar, pós-moderno ou contemporâneo, que permita uma visão de mundo, que facilite a saída das situações de risco social, ideológico e revalorizador da família, da sociedade.
Mas os alunos no final do ensino médio continuam perguntando se quer explicação nas feiras de ciências com cartazes que parecem feitos por crianças do antigo Jardim de Infância e chegando numa faculdade com uma scrta de msn. Sem saber de nada o que esudou a vida inteira.
Não tenho, ainda, solução, mas só sei que os gerentes de postos de gasolina estão contratando estudantes de curso superior como frrentista por falta de mão de obra qualificada.
Reunião pedagógica é uma briga que não sai do canto.
Acho que se estudo algo, eu tenho de saber, se estudo inglês na escola, devo aprender a falar inglês, se faço Educação Física tenho que ser capaz de me exercitar sozinho ao sair da escola.
Gostaria que estes pensantes deixassem de ganhar dinheiro com suas palestras e livros que dizem a mesma coisa e os professores deixassem de dizer que o sistema quer dominar e fizessem os alunos aprenderem.
Flávio França
Discute-se que devemos formar cidadãos críticos e reflexivos, valorizar os conhecimentos, os saberes que se construíram na história do indivíduo, compartilhar, não aceitar uma sociedade pautada no consumismo, distribuir a renda, incluir, vislumbrar uma leitura de mundo com gênese no nascimento e prolongada na vida do ser, saber conhecer, fazer, ser e conviver, respeitar as individualidades, a pluralidade cultural, assumir uma visão da complexidade dos fenômenos, não aceitar condutismos, conteudismos ou qualquer imposição doutrinária, trabalho para o bem coletivo, estimulador do fazer-coletivo, um pensamento cristão, desenvolvedor de competências, preparatório para um mundo do trabalho, que estimule a aprendizagem por instrumentos práticos, estrategicamente pensado com o uso de novas tecnologias, emancipatório e fomentador de uma autonomia do indivíduo, recusa de uma metodologia bancária, desenvolvedor de uma curiosidade epstemológica, transdisciplinar, pós-moderno ou contemporâneo, que permita uma visão de mundo, que facilite a saída das situações de risco social, ideológico e revalorizador da família, da sociedade.
Mas os alunos no final do ensino médio continuam perguntando se quer explicação nas feiras de ciências com cartazes que parecem feitos por crianças do antigo Jardim de Infância e chegando numa faculdade com uma scrta de msn. Sem saber de nada o que esudou a vida inteira.
Não tenho, ainda, solução, mas só sei que os gerentes de postos de gasolina estão contratando estudantes de curso superior como frrentista por falta de mão de obra qualificada.
Reunião pedagógica é uma briga que não sai do canto.
Acho que se estudo algo, eu tenho de saber, se estudo inglês na escola, devo aprender a falar inglês, se faço Educação Física tenho que ser capaz de me exercitar sozinho ao sair da escola.
Gostaria que estes pensantes deixassem de ganhar dinheiro com suas palestras e livros que dizem a mesma coisa e os professores deixassem de dizer que o sistema quer dominar e fizessem os alunos aprenderem.
Flávio França
sábado, 19 de março de 2011
Discurso idiocrático!?
Meus ombros pesam, é grande a carga
Se sonhos me levam a verdade idiocrática
De uma vida ordenada pelo discurso poético
De pessoas hipócritas, semblante babaca.
Frases de efeito, moral insensata
Decoradas de grandes, pensamentos e magnatas
Do saber dos outros, se usa a mamória
Não desdobram minha mente com facas.
De fio cortante, são pessoas bonitas
De esforços por fazer o que em casa não têm
Uma vida feliz, sabedoria e coisa e tal
Falam bonito, mas é só ver o quintal.
Sujo, em lama, escarceado e fétido
Quintal cardíaco, hipocondráco de nascença
Diz tudo o que é belo e que deve-se ser
Mas não deixa de ser sem alma e presença.
É forte a mente de quem se sujeita
É forte a ponto de se sujeitar
Fala-se em domínio da classe 'dominante'
Não se fala o por quê, dominar e não amar.
Todos fazem discurso hipócrita
distinto das ações que são a verdade
Critica-se quem domina a mente
Mas continua-se a mente a dominar.
E quem diz que é contra, é crítico
Mas critico sua criticidade
Deixe o discurso de lado
Faça calos em labuta diária
Sabendo que se quer formar uma crítica
Na mente do despreparado
Mas anda de carro e bonito
A pé não sai do lugar
Deixe de lado o inchaço
Faça do limo o teu lar.
Se sonhos me levam a verdade idiocrática
De uma vida ordenada pelo discurso poético
De pessoas hipócritas, semblante babaca.
Frases de efeito, moral insensata
Decoradas de grandes, pensamentos e magnatas
Do saber dos outros, se usa a mamória
Não desdobram minha mente com facas.
De fio cortante, são pessoas bonitas
De esforços por fazer o que em casa não têm
Uma vida feliz, sabedoria e coisa e tal
Falam bonito, mas é só ver o quintal.
Sujo, em lama, escarceado e fétido
Quintal cardíaco, hipocondráco de nascença
Diz tudo o que é belo e que deve-se ser
Mas não deixa de ser sem alma e presença.
É forte a mente de quem se sujeita
É forte a ponto de se sujeitar
Fala-se em domínio da classe 'dominante'
Não se fala o por quê, dominar e não amar.
Todos fazem discurso hipócrita
distinto das ações que são a verdade
Critica-se quem domina a mente
Mas continua-se a mente a dominar.
E quem diz que é contra, é crítico
Mas critico sua criticidade
Deixe o discurso de lado
Faça calos em labuta diária
Sabendo que se quer formar uma crítica
Na mente do despreparado
Mas anda de carro e bonito
A pé não sai do lugar
Deixe de lado o inchaço
Faça do limo o teu lar.
sexta-feira, 18 de março de 2011
O perfil do Professor Maravilha
Olá colegas!
Veja só o Professor Maravilha - o Super-herói da educação.
1- Ele é educado, espera todos entrarem pra poder 'iniciar a aula'.
2- Ele cumprimenta fazendo a chamada - número um, dois, três...
3- Agora ele põe no quadro o 'assunto do dia' e começa a escrever com letras organizadas, bem distribuido no quadro, já dividido ao meio para continuar o assunto.
Ops! esqueci de dizer - o assunto é importante pois cairá na prova.
4- Ao terminar o quadro ele pergunta...posso apagar o começo?
5- Após a segunda passagem tem a olhadinha na porta pra ver alguma coisa que nunca sabemos o que é
Já tive professor que fumava nessa hora.
6- A famosa pegunta que originou toda a reflexão humana - já terminaram, posso explicar.
Por que eles acham que ninguém sabe ler?
Depois de uma explicação empolgante, vicerante e bem explicadinha...
7- Entenderam!? Alguém tem dúvida? - Ouve-se o silêncio!
8- A prova será na próxima semana, ele avisa, estudem que será pra valer (que dizer que o resto é na 'brinca'?)
9- Agora a resolução de problemas (se é problema, por que ele resolve antes de qualquer um tentar?) e passa o dever de casa - uma eternidade da mesma coisa (a repetição leva à perfeição, ele diz)
10- Eis que chega o clímax, o nirvana, a elevação a Asgard, a iluminação, o Pranahiama sei lá, qualquer coisa dessa pra ele, e diz - Hoje é a prova (pensei que ia ensinar antes de fazer a prova), é proibido colar (claro, você tem que ser capaz de dizer o que ele disse sem ajuda de ninguém, mesmo que no outro dia você não saiba mais de nada, decoreba).
E vem o dia do resultado da prova, nota baixa. Também! você é ncapaz de responder o que ele queria, burro. Não faz nada, só tem obrigação de estudar. Sua função na vida é estudar pra ser alguém, já que você ainda não é ninguém. E o pior é se na recuperação você tirar nota ruim, pois está vendo de novo o mesmo assunto, a mesma pergunta. Só que ele não lembrou de ensinar oque você não sabia.
O mais interessante é quando você é professor. Acha-se bom, eficiente, que dá o assunto pro aluno desenvolver o senso crítico e reflexivo. O problema tá no sistema que força a aprovar a incompetência.
Acho que o aluno continua voando. Por isso o BBB tem um Ibope gigante. Pode-se interagir, discutir, observar o que ocorre nos cobertores, ver bundas e gente chorando como se fossem soldados-amigos numa batalha.Mesmo assim, ainda é mais atrativo, pelo menos se ri do ridúculo e na aula, se você rir pode até ser expulso.
Flávio França
Veja só o Professor Maravilha - o Super-herói da educação.
1- Ele é educado, espera todos entrarem pra poder 'iniciar a aula'.
2- Ele cumprimenta fazendo a chamada - número um, dois, três...
3- Agora ele põe no quadro o 'assunto do dia' e começa a escrever com letras organizadas, bem distribuido no quadro, já dividido ao meio para continuar o assunto.
Ops! esqueci de dizer - o assunto é importante pois cairá na prova.
4- Ao terminar o quadro ele pergunta...posso apagar o começo?
5- Após a segunda passagem tem a olhadinha na porta pra ver alguma coisa que nunca sabemos o que é
Já tive professor que fumava nessa hora.
6- A famosa pegunta que originou toda a reflexão humana - já terminaram, posso explicar.
Por que eles acham que ninguém sabe ler?
Depois de uma explicação empolgante, vicerante e bem explicadinha...
7- Entenderam!? Alguém tem dúvida? - Ouve-se o silêncio!
8- A prova será na próxima semana, ele avisa, estudem que será pra valer (que dizer que o resto é na 'brinca'?)
9- Agora a resolução de problemas (se é problema, por que ele resolve antes de qualquer um tentar?) e passa o dever de casa - uma eternidade da mesma coisa (a repetição leva à perfeição, ele diz)
10- Eis que chega o clímax, o nirvana, a elevação a Asgard, a iluminação, o Pranahiama sei lá, qualquer coisa dessa pra ele, e diz - Hoje é a prova (pensei que ia ensinar antes de fazer a prova), é proibido colar (claro, você tem que ser capaz de dizer o que ele disse sem ajuda de ninguém, mesmo que no outro dia você não saiba mais de nada, decoreba).
E vem o dia do resultado da prova, nota baixa. Também! você é ncapaz de responder o que ele queria, burro. Não faz nada, só tem obrigação de estudar. Sua função na vida é estudar pra ser alguém, já que você ainda não é ninguém. E o pior é se na recuperação você tirar nota ruim, pois está vendo de novo o mesmo assunto, a mesma pergunta. Só que ele não lembrou de ensinar oque você não sabia.
O mais interessante é quando você é professor. Acha-se bom, eficiente, que dá o assunto pro aluno desenvolver o senso crítico e reflexivo. O problema tá no sistema que força a aprovar a incompetência.
Acho que o aluno continua voando. Por isso o BBB tem um Ibope gigante. Pode-se interagir, discutir, observar o que ocorre nos cobertores, ver bundas e gente chorando como se fossem soldados-amigos numa batalha.Mesmo assim, ainda é mais atrativo, pelo menos se ri do ridúculo e na aula, se você rir pode até ser expulso.
Flávio França
quarta-feira, 16 de março de 2011
Ciência: a religião do saber.
O sentido de religião é de religação, uma religação significa...ligar o que se separou. Podemos concluir que precisamos nos religar ao que proporciona o bem-estar, a satisfação, à uma sociedade justa e a uma prosperidade sustentável.
Isso significa se religar à própria essência do ser humano, natural, animal. Nos distanciamos da natureza quando deixamos que as nossas criações tomem conta de nós mesmos, quando dizemos que as instituições que criamos são elas em essência e independentes de nós.
è preciso suportar a dor para sentir o prazer do conforto, quem vive em conforto não sabe seu verdadeiro prazer e a imutabilidade de uma vida confortável só nos conduz à morte de espírito, de nossa essência enquanto indivíduos.
Somos vencidos pela moda de ser mais um igual aos outros. Quando desejamos ser diferentes acabamos nos enquadrando em algum grupo de iguais, mais uma tribo ou uma nova roupinha para vestir nosso caráter com uma ternura e beleza que se extinguem na primeira lojinha de bugingangas e penduricalhos, precisamos de algo novo, o que compramos ontem já não serve mais.
Religar, então, é redescobrir a verdade de que a luz do saber ofusca a sobriedade de uma mesmice ideológica transmitida de geração em geração, imutavelmente e transcendentalmente.
Religar-se é voltar a uma natureza que passamos anos destruindo e nos achando superiores como se ela existisse para nos servir. Voltar-se para o oceano ou um inseto e ver toda a sua profundidade e complexidade e o quanto nós somos dependentes deles.
Religar-se é compreender quem somos nesse universo, insignificantes, e quem somos uns para os outros, VIPs.
Se religar-se é sair do obscurantismo, é conhecer e, conhecer é entender o que ocorre. A beleza de toda espécie está em sua adaptação ao meio, e o meio humano exigiu uma adaptação de seus saberes baseados na capacidade de compreender a leis que regem as nossas vidas.
Quer dom mais belo que este.
Flávio França
Isso significa se religar à própria essência do ser humano, natural, animal. Nos distanciamos da natureza quando deixamos que as nossas criações tomem conta de nós mesmos, quando dizemos que as instituições que criamos são elas em essência e independentes de nós.
è preciso suportar a dor para sentir o prazer do conforto, quem vive em conforto não sabe seu verdadeiro prazer e a imutabilidade de uma vida confortável só nos conduz à morte de espírito, de nossa essência enquanto indivíduos.
Somos vencidos pela moda de ser mais um igual aos outros. Quando desejamos ser diferentes acabamos nos enquadrando em algum grupo de iguais, mais uma tribo ou uma nova roupinha para vestir nosso caráter com uma ternura e beleza que se extinguem na primeira lojinha de bugingangas e penduricalhos, precisamos de algo novo, o que compramos ontem já não serve mais.
Religar, então, é redescobrir a verdade de que a luz do saber ofusca a sobriedade de uma mesmice ideológica transmitida de geração em geração, imutavelmente e transcendentalmente.
Religar-se é voltar a uma natureza que passamos anos destruindo e nos achando superiores como se ela existisse para nos servir. Voltar-se para o oceano ou um inseto e ver toda a sua profundidade e complexidade e o quanto nós somos dependentes deles.
Religar-se é compreender quem somos nesse universo, insignificantes, e quem somos uns para os outros, VIPs.
Se religar-se é sair do obscurantismo, é conhecer e, conhecer é entender o que ocorre. A beleza de toda espécie está em sua adaptação ao meio, e o meio humano exigiu uma adaptação de seus saberes baseados na capacidade de compreender a leis que regem as nossas vidas.
Quer dom mais belo que este.
Flávio França
RESPOSTA À REVISTA VEJA
Sou professora do Estado do Paraná e fiquei indignada com a reportagem da jornalista Roberta de Abreu Lima “Aula Cronometrada”. É com grande pesar que vejo quão distante estão seus argumentos sobre as causas do mau desempenho escolar com as VERDADEIRAS razões que geram este panorama desalentador. |
Não há necessidade de cronômetros, nem de especialistas para diagnosticar as falhas da educação. Há necessidade de todos os que pensam que: “os professores é que são incapazes de atrair a atenção de alunos repletos de estímulos e inseridos na era digital” entrem numa sala de aula e observem a realidade brasileira. Que alunos são esses “repletos de estímulos” que muitas vezes não têm o que comer em suas casas quanto mais inseridos na era digital? Em que pais de famílias oriundas da pobreza trabalham tanto que não têm como acompanhar os filhos em suas atividades escolares, e pior em orientá-los para a vida? Isso sem falar nas famílias impregnadas pelas drogas e destruídas pela ignorância e violência, causas essas que infelizmente são trazidas para dentro da maioria das escolas brasileiras. Está na hora dos professores se rebelarem contra as acusações que lhes são impostas. Problemas da sociedade deverão ser resolvidos pela sociedade e não somente pela escola.
Não gosto de comparar épocas, mas quando penso na minha infância, onde pai e mãe, tios e avós estavam presentes e onde era inadmissível faltar com o respeito aos mais velhos, quanto mais aos professores e não cumprir as obrigações fossem escolares ou simplesmente caseiras, faço comparações com os alunos de hoje “repletos de estímulos”. Estímulos de quê? De passar o dia na rua, não fazer as tarefas, ficar em frente ao computador, alguns até altas horas da noite, (quando o têm), brincando no Orkut, ou o que é ainda pior envolvidos nas drogas. Sem disciplina seguem perdidos na vida. Realmente, nada está bom. Porque o que essas crianças e jovens procuram é amor, atenção, orientação e disciplina.
Rememorando, o que tínhamos nós, os mais velhos, há uns anos atrás de estímulos? Simplesmente: responsabilidade, esperança, alegria. Esperança que se estudássemos teríamos uma profissão, seríamos realizados na vida. Hoje os jovens constatam que se venderem drogas vão ganhar mais. Para quê o estudo? Por que numa época com tantos estímulos não vemos olhos brilhantes nos jovens? Quem, dos mais velhos, não lembra a emoção de somente brincar com os amigos, de ir aos piqueniques, subir em árvores? E, nas aulas, havia respeito, amor pela pátria.. Cantávamos o hino nacional diariamente, tínhamos aulas “chatas” só na lousa e sabíamos ler, escrever e fazer contas com fluência. Se não soubéssemos não iríamos para a 5ª. Série. Precisávamos passar pelo terrível, mas eficiente, exame de admissão. E tínhamos motivação para isso.
Hoje, professores “incapazes” dão aulas na lousa, levam filmes, trabalham com tecnologia, trazem livros de literatura juvenil para leitura em sala-de-aula (o que às vezes resulta em uma revolução), levam alunos à biblioteca e a outros locais educativos (benza, Deus, só os mais corajosos!) e, algumas escolas públicas onde a renda dos pais comporta, até a passeios interessantes, planejados minuciosamente, como ir ao Beto Carrero. E, mesmo, assim, a indisciplina está presente, nada está bom. Além disso, esses mesmos professores “incapazes”, elaboram atividades escolares como provas, planejamentos, correções nos fins-de-semana, tudo sem remuneração;
Todos os profissionais têm direito a um intervalo que não é cronometrado quando estão cansados.. Professores têm 10 minutos de intervalo, quando têm de escolher entre ir ao banheiro ou tomar às pressas o cafezinho. Todos os profissionais têm direito ao vale alimentação, professor tem que se sujeitar a um lanchinho, pago do próprio bolso, mesmo que trabalhe 40 h.semanais. E a saúde? É a única profissão que conheço que embora apresente atestado médico tem que repor as aulas. Plano de saúde? Muito precário. Há de se pensar, então, que são bem remunerados... Mera ilusão! Por isso, cada vez vemos menos profissionais nessa área, só permanecem os que realmente gostam de ensinar, os que estão aposentando-se e estão perplexos com as mudanças havidas no ensino nos últimos tempos e os que aguardam uma chance de “cair fora”.Todos devem ter vocação para Madre Teresa de Calcutá, porque por mais que esforcem-se em ministrar boas aulas, ainda ouvem alunos chamá-los de “vaca”, “gordos “, “velhos” entre outras coisas. Como isso é motivante e temos ainda que ter forças para motivar. Mas, ainda não é tão grave. Temos notícias, dia-a-dia, até de agressões a professores por alunos. Futuramente, esses mesmos alunos, talvez agridam seus pais e familiares.
Lembro de um artigo lido, na revista Veja, de Cláudio de Moura Castro, que dizia que um país sucumbe quando o grau de incivilidade de seus cidadãos ultrapassa um certo limite. E acho que esse grau já ultrapassou. Chega de passar alunos que não merecem. Assim, nunca vão saber porque devem estudar e comportar-se na sala de aula; se passam sem estudar mesmo, diante de tantas chances, e com indisciplina... E isso é um crime! Vão passando série após série, e não sabem escrever nem fazer contas simples. Depois a sociedade os exclui, porque não passa a mão na cabeça. Ela é cruel e eles já são adultos.
Por que os alunos do Japão estudam? Por que há cronômetros? Os professores são mais capacitados? Talvez, mas o mais importante É QUE HÁ DISCIPLINA. E é isso que precisamos e não de cronômetros. Lembrando: o professor estadual só percorre sua íngreme carreira mediante cursos, capacitações que são realizadas, preferencialmente aos sábados. Portanto, a grande maioria dos professores está constantemente estudando e aprimorando-se..
Em vez de cronômetros, precisamos de carteiras escolares, livros, materiais, quadras-esportivas cobertas (um luxo para a grande maioria de nossas escolas), e de lousas, sim, em melhores condições e em maior quantidade. Existem muitos colégios nesse Brasil afora que nem cadeiras possuem para os alunos sentarem. E é essa a nossa realidade! E, precisamos, também, urgentemente de educação para que tudo que for fornecido ao aluno não seja destruído por ele mesmo
Em plena era digital, os professores ainda são obrigados a preencher os tais livros de chamada, à mão: sem erros, nem borrões (ô, coisa arcaica!), e ainda assim se ouve falar em cronômetros. Francamente!!!
Passou da hora de todos abrirem os olhos e fazerem algo para evitar uma calamidade no país, futuramente. Os professores não são culpados de uma sociedade incivilizada e de banditismo, e finalmente, se os professores até agora não responderam a todas as acusações de serem despreparados e “incapazes” de prender a atenção do aluno com aulas motivadoras é porque não tiveram TEMPO. Responder a essa reportagem custou-me metade do meu domingo, e duas turmas sem as provas corrigidas.
Hipertrofia e seus benefícios no emagrecimento.
A musculação é , evidentemente, o exercício destinado à hipertrofia em níveis significativos, quantificáveis, visíveis. Se o desejo é por emagrecer, o trabalho de musculação continuará sendo para causar hipertrofia.
O músculo é um grande consumidor de energia, e seu aproveitamento, seu rendimento é baixíssimo, ou seja, com o exercício muscular gastamos muita energia.
Nosso corpo precisa aprender a mobilizar energia e não a conservá-la. Se você adapta seu corpo com atividades leves a 'utilizar as gorduras' como fonte de energia, você ensinará a ele que a gordura deve ser armazenada para quando for preciso usá-la.
Por outro lado, músculos fortes e maiores, gastam mais energia durante todo o dia além de aumentar o armazenamento de carboidratos (glicogênio) em detrimento das gorduras. Como você se adapta a usar esses carboidratos estimulamos o aproveitamento da insulina reduzindo problemas causados pela diabete, que acomete boa parte da população obesa.
Músculos fortes facilitam a execução de trabalho preservando nosso coração - que se sobrecarrega nos sedentários - e preserva as articulações pois dá suporte às cargas impostas ao sistema ósseo e ligamentar.
Músculos com mais glicogênio têm a capacidade de resistência aumentada e melhoram até a auto-estima.
O treino para emagrecer, então, será orientado para o desenvolvimento desta massa muscular, podendo ser complementado com atividades contínuas como corrida ou natação e seguindo-se, principalmente, uma alimentação que dê suporte nutricional adequado nunca essas dietas ridículas de revistinhas de artistas que fazem você perder peso - pois reduz a massa muscular, óssea e desidrata.
Engraçado que no século 21 ainda tem gente que acredita em receitinha de bolo e quer ter resultados perfeitos sem fazer sacrifícios. Vai acabar na bomba ou na cirurgia.
Flávio França
O músculo é um grande consumidor de energia, e seu aproveitamento, seu rendimento é baixíssimo, ou seja, com o exercício muscular gastamos muita energia.
Nosso corpo precisa aprender a mobilizar energia e não a conservá-la. Se você adapta seu corpo com atividades leves a 'utilizar as gorduras' como fonte de energia, você ensinará a ele que a gordura deve ser armazenada para quando for preciso usá-la.
Por outro lado, músculos fortes e maiores, gastam mais energia durante todo o dia além de aumentar o armazenamento de carboidratos (glicogênio) em detrimento das gorduras. Como você se adapta a usar esses carboidratos estimulamos o aproveitamento da insulina reduzindo problemas causados pela diabete, que acomete boa parte da população obesa.
Músculos fortes facilitam a execução de trabalho preservando nosso coração - que se sobrecarrega nos sedentários - e preserva as articulações pois dá suporte às cargas impostas ao sistema ósseo e ligamentar.
Músculos com mais glicogênio têm a capacidade de resistência aumentada e melhoram até a auto-estima.
O treino para emagrecer, então, será orientado para o desenvolvimento desta massa muscular, podendo ser complementado com atividades contínuas como corrida ou natação e seguindo-se, principalmente, uma alimentação que dê suporte nutricional adequado nunca essas dietas ridículas de revistinhas de artistas que fazem você perder peso - pois reduz a massa muscular, óssea e desidrata.
Engraçado que no século 21 ainda tem gente que acredita em receitinha de bolo e quer ter resultados perfeitos sem fazer sacrifícios. Vai acabar na bomba ou na cirurgia.
Flávio França
Vício e mediocridade
É curioso como vemos uma forte repressão ao uso das drogas (maconha, crak, cocaína, mesclado etc), mas permitimos que nossas crianças sejam ensinadas a USAR DROGAS.
As propagandas, literalmente, estão dizendo que se beber você será legal, bem relacionado, de sucesso, os artistas bebem, todos bebem e...você...também pode e deve beber.
Se beber terá mulheres lindas e se divertirá com seus amigos. Brincará com monstrinhos e, será responsável pois não deve dirigir após beber - responsabilidade hipócrita.
Por sorte, o fumo já se encontra sob uma repressão à mídia, mas é pouco. Todo dia sou obrigado a fumar devido a um inrresponsável ao meu lado em todo canto onde vou e sou obrigado a ouvir que o espaço é público e quem não fuma é quem deve se retirar.
Mesmo assim, os pais continuam fumando na frente dos filhos, e bebendo, e falando palavrões, e roubando, sendo desonestos, escutando, fazendo, vendo, ensinando a ser medíocre. Apenas a estar na média, igual aos outros.
Quando virmos os adultos assumindo a responsabilidade de educar crianças para uma fortaleza de caráter, de moral, de honestidade, de bondade aí teremos uma nação próspera.
Juntar uma galera para tomar uma me soa até estranho. Eu tive uma verdadeira educação.
E beber socialmente é o que mais me instiga à refletir. O quanto é socialmente? Quantoas doses ou latinhas? Quantos cigarros podem ser usados para ser social? Quantas carreiras e pedras também é social? Se não se faz por vício, por que se faz?
O que a criança vê não é o que você acha que está fazendo, ela vê o fato de você beber, fumar, gritar, violentar, mentir, agredir a moralidade e o corpo.
Vício é tudo o que você usa sem parar e, tem certeza que deixa quando quiser...mas nunca consegue deixar.
Vício é tudo o que você ensina a uma criança sem nem mesmo perceber que sua atitude influencia no poder de decisão da criança.
Como pai, posso dizer que amar é assumir atitude responssável. Chega desse amor superficial. O amor deve ser exigente.
Pais que permitem aos filhos o que eles querem cria futuros viciados. Crianças, geralmente, aprendem o que fazemos.
Flávio Frasnça
As propagandas, literalmente, estão dizendo que se beber você será legal, bem relacionado, de sucesso, os artistas bebem, todos bebem e...você...também pode e deve beber.
Se beber terá mulheres lindas e se divertirá com seus amigos. Brincará com monstrinhos e, será responsável pois não deve dirigir após beber - responsabilidade hipócrita.
Por sorte, o fumo já se encontra sob uma repressão à mídia, mas é pouco. Todo dia sou obrigado a fumar devido a um inrresponsável ao meu lado em todo canto onde vou e sou obrigado a ouvir que o espaço é público e quem não fuma é quem deve se retirar.
Mesmo assim, os pais continuam fumando na frente dos filhos, e bebendo, e falando palavrões, e roubando, sendo desonestos, escutando, fazendo, vendo, ensinando a ser medíocre. Apenas a estar na média, igual aos outros.
Quando virmos os adultos assumindo a responsabilidade de educar crianças para uma fortaleza de caráter, de moral, de honestidade, de bondade aí teremos uma nação próspera.
Juntar uma galera para tomar uma me soa até estranho. Eu tive uma verdadeira educação.
E beber socialmente é o que mais me instiga à refletir. O quanto é socialmente? Quantoas doses ou latinhas? Quantos cigarros podem ser usados para ser social? Quantas carreiras e pedras também é social? Se não se faz por vício, por que se faz?
O que a criança vê não é o que você acha que está fazendo, ela vê o fato de você beber, fumar, gritar, violentar, mentir, agredir a moralidade e o corpo.
Vício é tudo o que você usa sem parar e, tem certeza que deixa quando quiser...mas nunca consegue deixar.
Vício é tudo o que você ensina a uma criança sem nem mesmo perceber que sua atitude influencia no poder de decisão da criança.
Como pai, posso dizer que amar é assumir atitude responssável. Chega desse amor superficial. O amor deve ser exigente.
Pais que permitem aos filhos o que eles querem cria futuros viciados. Crianças, geralmente, aprendem o que fazemos.
Flávio Frasnça
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